29 de maio de 2011

Habilidades Ninja.



Boa, Jiraya!

Por que existem casca ovos de galinha com cores diferentes?

         O que determina a cor da casca do ovo é uma característica genética que está relacionada à raça da galinha. Galinhas brancas, aquelas de aviários, colocam ovos brancos, enquanto as vermelhas (ou amarronzadas), consideradas “galinhas caipira” põem ovos coloridos que variam entre, marron, avermelhados, azulados e outros. Na verdade, ainda não se sabe a origem do pigmento que determina essa coloração, mas provavelmente provenha de células do útero, onde a casca do ovo é formada.

            Um grande engano é pensar que algumas cores de ovos são mais saudáveis que outros. Baseado nesse mito, o mercado determinou o preço mais alto dos ovos coloridos pois são os mais procurados pelo consumidor, uma vez que todos acreditam serem ovos com mais vitaminas. Do ponto de vista nutricional, não há diferença entre os ovos brancos e os coloridos. Ambos são igualmente ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais e contêm por volta de 220 miligramas de colesterol.

           O que determina a cor da casca do ovo, é uma característica genética ligada à raça da galinha!


Fonte: http://diariodebiologia.com

Scriptease mostrando que os Playboys não são estupidos.


Isso que dá ficar assistindo apenas BBB e A Fazenda.

10 notícias que veremos no futuro.


Fonte: http://youtoba.tv

27 de maio de 2011

O Verdadeiro "Veneno Do Escorpião"


Delícia de picada!

PASSEEEEIIII!!!


"- Eu vô tê um derrâme. Chame a SAMU!
- Respire fundo!"

Redes Sociais podem causar depressão.

Pediatras descobriram que redes sociais são responsáveis por vários casos de depressão atendidos na rede hospitalar.

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Participar de redes sociais é um comportamento comum nos dias atuais. Quem não tem uma conta em pelo menos uma das três mais famosas TwitterOrkut ou Facebook? Porém, por mais divertido que seja, o uso em excesso desses sites pode ser prejudicial e tem sido associado à depressão, dizem pesquisadores.

Um novo relatório da Academia Americana de Pediatria descreve um novo fenômeno conhecido como “depressão do Facebook, no qual crianças e adolescentes que gastam uma enorme quantidade de tempo em sites de redes sociais acabam desenvolvendo sintomas de depressão.

“O fenômeno não é comum e a maioria das crianças se beneficiam com o site pois são capazes de manter laços com os amigos e sentir uma conexão com sua comunidade”, explica Scott Campbell, professor de estudos de comunicação na Universidade de Michigan, Estados Unidos.

Porém, o uso pesado excessivo do Facebook, bem como outros riscos do mundo online como ocyberbullying, pode ter consequências graves. O relacionamento com amigos se torna difícil nos anos de adolescência. Enquanto o Facebook permite que os jovens preservem e cultivem suas amizades, ele pode também alimentar a inveja, de acordo com Michael Brody, psiquiatra da infância e adolescência em Silver Springs, Maryland, Estados Unidos.

"As crianças se tornam muito competitivas no ambiente virtual e querem ser o centro das atenções”, alerta Brody. Além disso, não raro existe um forte espírito de competição nessas redes, que pode acabar em depressão quando certas expectativas não são atingidas. O Facebook permite que os adolescentes acompanhem o sucesso de seus amigos, bem como o número de amizades aqueles amigos têm. “Isso configura uma coisa competitiva. As crianças podem se sentir menos do que eles são porque seus amigos parecem estar se divertindo mais do que elas”, diz Brody. “A ideia de inveja e ciúme é muito difundida e ampliada através desse meio”. No entanto, é menos claro se o próprio Facebook leva à depressão ou se alguns adolescentes que já estão deprimidos são propensos a gastar mais tempo online.

“Como qualquer outra coisa na vida, muito tempo no Facebook – ou na Internet em geral, aliás – pode ser uma coisa negativa”, adverte Campbell. “Em geral, depressão e solidão são associadas a esses usuários frequentes da Internet, que permitem que a quantidade de tempo passados online interfiram em seus relacionamentos offline”.

Uma maneira de potencialmente impedir as crianças de entrar neste tipo de depressão é ter a certeza de que elas se envolvam em uma variedade de atividades, como esportes por exemplo, recomenda Brody. “As crianças que têm uma vida equilibrada, fazem lição de casa e atividades extra-curriculares, participam de clubes, serviços comunitários ou praticam esportes têm uma chance muito menor de desenvolver depressão”.

“Eu ficaria preocupado como pai se a única coisa que meu filho gostasse de fazer fosse ficar sentado na frente do computador usando o Facebook, diz Brody.